Imortal
Faz tempo que não escrevo nada para publicar aqui. Não vou perder tempo buscando razões para justificar esta pausa. A verdade é que a página é minha e eu devo escrever quando quiser.
Nos últimos tempos, muitas foram as vezes que um texto se fez necessário. Muitas coisas aconteceram. A pressão do fim de mais uma etapa se acentua a cada dia passado na improdutividade objetiva. Vivo uma constante dialética interna. Penso, penso e sempre faltam maneiras de expressar meus pensamentos. A cada pequena vitória, uma grande comemoração. Nas derrotas, me resta o apoio incondicional de mim mesmo. Parece que as coisas têm que ser sempre difíceis. Que meus passos sempre excedem o tamanho de minhas pernas. É minha sina.
Decidi sair do jejum para homenagear o Grêmio, mais uma vez campeão gaúcho. Por mais que as comemorações tenham sido tímidas, devido às expectativas em torno do jogo de amanhã, contra o São Paulo, foi uma conquista merecida, que exaltou mais uma vez a imortalidade. A palavra imortal, comumente associada ao meu time me serve de alento para tudo nessa vida. É nela que me apego, mais uma vez.
Me divido entre minhas próprias angústias e as do imortal. Tudo se mistura neste momento. Amanhã o jogo será de vida ou morte, assim como será cada segundo daqui por diante. É hora de lutar com todas as forças. É hora de dar o sangue.
Porto Alegre, 08 de maio de 2007.
Nos últimos tempos, muitas foram as vezes que um texto se fez necessário. Muitas coisas aconteceram. A pressão do fim de mais uma etapa se acentua a cada dia passado na improdutividade objetiva. Vivo uma constante dialética interna. Penso, penso e sempre faltam maneiras de expressar meus pensamentos. A cada pequena vitória, uma grande comemoração. Nas derrotas, me resta o apoio incondicional de mim mesmo. Parece que as coisas têm que ser sempre difíceis. Que meus passos sempre excedem o tamanho de minhas pernas. É minha sina.
Decidi sair do jejum para homenagear o Grêmio, mais uma vez campeão gaúcho. Por mais que as comemorações tenham sido tímidas, devido às expectativas em torno do jogo de amanhã, contra o São Paulo, foi uma conquista merecida, que exaltou mais uma vez a imortalidade. A palavra imortal, comumente associada ao meu time me serve de alento para tudo nessa vida. É nela que me apego, mais uma vez.
Me divido entre minhas próprias angústias e as do imortal. Tudo se mistura neste momento. Amanhã o jogo será de vida ou morte, assim como será cada segundo daqui por diante. É hora de lutar com todas as forças. É hora de dar o sangue.
Porto Alegre, 08 de maio de 2007.

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